A taxa básica de juros da economia brasileira está em 13,75% ao ano desde 17 de setembro de 2026. A redução foi decidida pelo Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, na reunião realizada nos dias 15 e 16 de setembro.
O que aconteceu com a Selic
O Copom reduziu a taxa em 0,25 ponto percentual, passando de 14% para 13,75% ao ano. Segundo o Banco Central, a decisão ocorreu em um cenário de moderação gradual da atividade econômica e desaceleração da inflação, embora as expectativas de inflação ainda permanecessem acima da meta.
A decisão manteve o processo de redução iniciado ao longo de 2026. O histórico do Banco Central mostra que a Selic estava em 15% no início do ano e passou por reduções nas reuniões seguintes.

Como a Selic afeta a vida do consumidor
A Selic influencia diversas taxas de juros praticadas na economia. Por isso, alterações na taxa básica podem ter efeitos sobre empréstimos, financiamentos e outras modalidades de crédito.
Na prática, uma Selic menor pode contribuir para reduzir o custo de algumas operações de crédito ao longo do tempo. No entanto, isso não significa que todos os empréstimos e financiamentos tenham uma redução imediata nas taxas cobradas pelos bancos.
E os investimentos?
A taxa básica também é importante para quem investe. Aplicações de renda fixa que acompanham indicadores relacionados aos juros podem ter sua rentabilidade afetada quando a Selic muda.
Com uma taxa menor, investimentos pós-fixados tendem a oferecer uma remuneração menor do que ofereciam quando os juros estavam mais altos. Por outro lado, outros tipos de investimentos podem ganhar atratividade dependendo do cenário econômico e do perfil de cada investidor.
O que o Banco Central sinalizou
Apesar do corte, o Copom afirmou que o cenário continua marcado por incertezas e riscos elevados. O comitê informou que continuará acompanhando a evolução da economia para manter a política monetária adequada ao objetivo de levar a inflação para próximo da meta.
Por isso, a redução para 13,75% não significa que novos cortes estejam garantidos. As próximas decisões dependerão da evolução dos indicadores econômicos e das avaliações feitas pelo Copom.
O que acontece agora
A Selic permanece em 13,75% ao ano, conforme a decisão mais recente do Copom. O próximo passo dependerá das condições econômicas observadas pelo Banco Central nas próximas reuniões.
Para o consumidor, o principal ponto é acompanhar não apenas a Selic, mas também as taxas efetivamente cobradas em empréstimos, financiamentos e investimentos, já que elas podem variar de acordo com cada instituição e produto financeiro.

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